The Cosmic Chaos Dark Death Metal
Duas décadas de Inside Hatred
02 agosto, 2024
Ian LIMUWZ
Saudações, caros leitores do Mira. Depois de meses concentrados em trabalhos subterrâneos, finalmente mais um veio à tona. Trata-se da entrevista com a honrosa Inside Hatred – liderada pelo seu vocalista e guitarrista, Rafael Hatred –, banda de Vitória da Conquista/BA, que, nesse ano de 2024, completa 20 anos praticamente ininterruptos de trajetória, carregando fielmente a bandeira do Old School Death Metal do Brasil, e trazendo seu mais novo trabalho, o EP sucessor do “Cosmic Doom”, o – também EP – tenebroso “Tehom”, cuja arte será revelada às vésperas do lançamento, a cargo do selo Arauto da Morte, previsto para o mês de outubro de 2024. Além disso, falamos também sobre alguns aspectos específicos da banda, tudo com exclusividade para o Mira Underground.
1) Salve, Rafael e Inside Hatred! Gostaria de começar por esse novo trabalho de vocês, intitulado “Tehom”. Apresente o lançamento desse material, como o selo, o formato da mídia, a estrutura da tracklist…
Saudações, irmão Ian. Saudações a todos os que estão a ler esta entrevista, e muito obrigado por dispuserem um pouco do tempo de cada um. Neste ano de 2024 nós sabíamos que tínhamos que soltar algo ao universo, pois, como você mesmo já citou acima, são 2 décadas trilhando pelo caminho da escuridão, então, nada melhor que soltar algo novo de total devoção à Negra e Obscura arte em forma de música. Para tal ocasião, escolhemos lançar um EP – novamente – com 6 faixas para ser o sucessor do bem recebido, COSMIC DOOM. Optamos em trabalhar novamente com o selo Arauto da Morte Recs. do irmão do submundo obscuro, Mikael. No COSMIC DOOM ele fez um ótimo trabalho, e desta vez optamos por trabalhar em exclusividade com ele, já que o mesmo preza por um trabalho primoroso, não que os demais que participaram do lançamento no COSMIC DOOM não fossem, mas, neste momento, nem todos poderiam participar de um lançamento por já estarem com outras obrigações em pauta. Para este lançamento optamos mais uma vez pelo formato em CD, que sairá com pôster e adesivo em quantidade limitadíssima de 50 cópias, em um total de 500 cópias para este lançamento. Um material subterrâneo para pessoas do subterrâneo. Como já dito acima, TEHOM será composto por 6 faixas, assim como fora no COSMIC DOOM. E não! Não foi uma mera coincidência, foi de fato intencional. Acredito que este número se repetirá por mais e mais vezes para todos os lançamentos que não um disco completo. Seguem os títulos das faixas do material:
1 – Convocation Of The Great Old Ones (Inst.)
2 – The Apokalyptic Kaos
3 – Outrem I (Outro)
4 – Tehom
5 – Revelations In The Darkness (Embalmed Souls cover)
6 – Outrem II (Outro)
2) Falando especificamente do lançamento, “Tehom”, pelo Selo Arauto da Morte Records, como foi essa escolha/definição e quais parâmetros vocês determinaram para esse lançamento?
Como já dito acima, o Arauto da Morte Recs. fez um trabalho primoroso no COSMIC DOOM e neste momento optamos por lançar esse material sem parcerias, porque os demais selos do lançamento anterior (COSMIC DOOM) não puderam participar. Acho que um dos maiores parâmetros hoje em dia para nós é o de entregar um trabalho feito com sangue e suor, digno de reverências pelo esmero aplicado no lançamento e distribuição, e o Mikael certamente atende a todos esses requisitos, além de ser um camarada do submundo e muito preocupado com a qualidade gráfica, também.
3) Agora, sobre o conceito do título. Para aqueles que não estão familiarizados com o termo, do que se trata “Tehom”? Seria um tema unicamente mitológico de alguma cultura específica, ou seria um punhado de conceitos condensados em um?
TEHOM na mitologia Hebraica foi o grande mar negro cósmico, também associado ao Caos Primordial e a Escuridão. Antes mesmo de existir o universo, o que existia era apenas a escuridão, TEHOM. Em TEHOM, eu optei por fazer uma junção de várias perspectivas sobre a origem do Universo Cósmico, do Caos Primordial e da Escuridão. Por exemplo, a música The Apokalyptic Kaos fala sobre a ascensão de Azathoth, que, na mitologia de HP Lovecraft, tal entidade já existia antes mesmo de tudo existir, e a mesma é associada ao Caos Primordial e destruição. Em TEHOM também não seria uma mera coincidência caso alguém notasse alguma particularidade do livro Enuna Elish, que por sua vez foi readaptado pelo livro do Gênesis bíblico. Portanto, TEHOM fala da Escuridão e Caos Primordial, da total devoção ao Obscuro Caminho Negro.
4) Ainda sobre o tema lírico de “Tehom”, gostaria que você nos contasse um pouco sobre a inspiração para esse conceito, como vocês chegaram até ele (ou vice-versa) e o que os motivou a falar sobre isso.

R: Desde muito tempo eu já sentia uma necessidade inquietante de retratar novos conceitos, desgarrar um pouco do tema sobre Anticristianismo e abrir ainda mais o “leque”. A postura e pensamentos acerca destes temas de outrora ainda estão totalmente vivos e presentes em minha vida, mas, eu me sinto desconfortável em ficar preso a uma única perspectiva. Já faz alguns anos que tenho me encabeçado no satanismo, ocultismo, escuridão, então, foi um processo natural para mim. Acho que isso ganhou ainda mais força desde que perdi a minha Mãe em 2022. Foi um momento muito forte na minha vida, um luto que me levou ainda mais para este caminho, portanto, para alguns pode ter sido um pouco estranho, haja visto que a INSIDE HATRED seguia pelo caminho do Anticristianismo (o que ainda continua), porém, passaram-se muitos anos desde o nosso disco, então, muita água correu, ficamos, e optamos ainda mais pelo anonimato, o que acabou por pegar a muitos de surpresa pela nova perspectiva.
5) Partindo para a música, ao ouvir uma prévia em primeira mão, pude notar que “Tehom” soa – a meu ver – denso como “Cosmic Doom”, mas, com um toque mais épico, por assim dizer, com momentos de muita tensão em algumas rítmicas e transições, além de um som mais enxuto. Dito isso, como se deu o processo de produção desse trabalho e quem foi encarregado da parte técnica, como gravação, mixagem, masterização etc.? E, quanto do resultado desse trabalho condiz com a forma que vocês queriam que soasse?
Acredito que a música TEHOM soa mais como uma música ritualística, transcendental, um culto de adoração à Escuridão, uma evocação aos Grandes Deuses Antigos da Escuridão. Já The Apokalyptic Kaos, como já diz o título, remete ao Caos Primordial por sua sonoridade bruta e intensa. Partindo para o lado musical, eu criei todas as músicas e letras e passei-as para o batera Márcio Firestorm e para o Miqueias para irem treinando. Depois de um tempo, o Márcio me mandou as baterias já prontas e gravamos tudo em meu Home Studio, que eu o chamo de AZATHOM. Depois de pronta a gravação, Miqueias levou o material já gravado para o seu Home Studio (Fortress Of Solitude) para gravar os solos, a intro e os “Outros”. Terminada toda etapa, pegamos todo este material e enviamos para o W. Carvalho para mixar e masterizar. Ele também esteve presente conosco no COSMIC DOOM. Quanto ao resultado, ficou satisfatório, mas, certamente iremos em busca de uma melhora para o próximo material, que será nosso 2° álbum, pois a busca por melhorias é, e deve ser sempre incessante.
6) Sabe-se que, antes mesmo de chegar nesse ponto de gravação e produção, não é fácil unir e manter uma formação sólida de uma banda do Extremo Underground por muito tempo, e é evidente que com a Inside Hatred não tem sido diferente, visto que, você, Rafael Hatred, é único membro remanescente desde a fundação da banda. Como se encontra a atual formação definitiva da banda e qual o line-up de gravação do “Tehom”? Foi o mesmo que gravou o “Cosmic Doom”? Aproveite para comentar a respeito dessas mudanças que tem ocorrido.

Fato fatídico! Acho que o submundo sofre deste mal da volatilidade. Na minha ótica (alguns diriam exacerbada, não sei…), se fazer atuante no submundo do Underground, não se trata apenas de vestir preto, fazer fotos com aparências carregadas, ou fazer parte de “cena”, pra mim tudo isso deveria ser algo natural, e não uma cartilha. Mas, pra não fugir de fio da meada, a instabilidade constante de formações no submundo dá-se, muitas vezes, porque nem todos que compõem uma banda estão engajados no mesmo propósito, com a mesma visão filosófica/ideológica. A música feita com honestidade no submundo requer muito da sua alma, é algo que deve ser feito com sentimentos (im)puros. Acho que isso aconteceu muito na INSIDE HATRED no decorrer destes 20 anos, pessoas que apenas compunham a banda, mas não estavam em conexão com o propósito definitivo da banda. Eu não dou a mínima em ser uma banda famosa, queridinha da “cena”, cada um faz o que quiser de suas vidas, e ninguém tem nada com isso, mas, é inevitável não ter um conceito formado por estas. Acho muito mais interessante quando você usa de suas músicas como um canal de expressão dos seus sentimentos mais profundos, e não, usar de sua música para obter “fama”, dinheiro(?)… Se isso vier sem que você tenha se desviado do seu propósito, perfeito, mas a gente sabe que a estrada não leva para este caminho.
PS: acho que acabei indo além da pergunta, mas achei conveniente expor esta visão aproveitando o gancho da pergunta. Dando seguimento à pergunta… Em TEHOM, manteve-se, apenas, Miqueias. Optei por contratar o Márcio Firestorm para as sessões de bateria e contei com o apoio de um amigo muito talentoso para o baixo, G. Ribeiro. No COSMIC DOOM nós tínhamos um batera fixo, mas o mesmo não estava em condições de se empenhar nesta gravação, então, chamamos o Márcio, e ele optou por sair.
7) Voltando um pouco na discografia da Inside Hatred, vocês lançaram o EP Cosmic Doom no ano passado – também pelo selo Arauto da Morte, juntamente com Ihells Productions, Sociedade dos Mortos e Sangue Underground Records – e ainda 2 vídeos oficiais da banda como suporte. Na sua visão, como tem sido a receptividade de “Cosmic Doom”? E para quem ainda não adquiriu, onde mais é possível comprá-lo?
O COSMIC DOOM foi muito bem aceito por toda a crítica especializada e pelos irmãos do Submundo. Foi gratificante para nós ver que ainda tinham pessoas que se atentavam e ansiavam por algo novo nosso, e pelo que vi, o feedback foi melhor do que esperávamos. Quem quiser adquirir o COSMIC DOOM, além dos selos envolvidos: Arauto da Morte, Sociedade dos Mortos, Sangue Underground e Ihells Productions, pode encontrar em várias lojas de Metal Extremo especializadas espalhadas pelo Brasil, mas lembrando a todos, que este foi uma tiragem super limitada em 500 cópias, então, quem pegou, pegou!
8) É notório na discografia da Inside Hatred que, depois do Full-Lenght “Salvation’s Failure”, de 2012, a banda levou 11 anos para voltar a lançar um material novo, sendo então o EP “Cosmic Doom”, e, agora, apenas 1 ano depois disso, vocês lançam o EP “Tehom”. Qual foi o motivo para ter ficado tanto tempo sem gravar e lançar, e o que propiciou à banda a efetuar um lançamento bem imediato em relação ao EP anterior após a quebra desse jejum de lançamentos?
Acho que a resposta desta estará em conexão com a anterior. O motivo é justamente o mesmo de sempre, falta de empenho e compromisso! Exemplo, este batera que optou por sair da banda, ficou conosco por 8 anos, e em todos esses anos, estive compondo, chegando a uma marca de 25 músicas, fora as que gravamos. É um número bacana, que daria pra ter feito muita coisa, mas, infelizmente, não consegui transformar isso em algo oficial. Foi a partir disto que decidi contratar o Márcio para gravar TEHOM, o que também acontecerá nos próximos materiais. Acho que a partir de agora, neste formato, teremos muito mais possibilidades de nos manter ativos, gravando. Para o próximo ano, o 2° disco estará sendo concretizado, e podem esperar pelo nosso melhor registro até os dias atuais. Serão 11 músicas do mais soberbo COSMIC CHAOS DARK DEATH METAL.
9) Outro ponto distinto notável na Inside Hatred entre o “Salvation’s Failure” e “Cosmic Doom” – além da abordagem estética das capas – foi a diferença na logo da banda, tendo essa nova sido feita por Felipe NHSH, da Tabvla Rasa Graphics. Qual foi a motivação para essa mudança e como foi esse processo entre banda e artista?

Acho que esta mudança se deu justamente pela razão citada na questão 4. Quando se há um hiato tão longínquo como fora este, a possibilidade de haver surpresas inesperadas acaba se tornando grande e muito real. Mas eu não vejo esta mudança como algo traidor da nossa parte. Eu busquei por amadurecimento e sabedoria transcendental, e isso acabou por influenciar no todo de nossa música. E eu acho que isso nos proporcionou fazer uma imersão ainda mais profunda, musical/ideologicamente falando. O antigo logo era legal, mas eu precisava de algo mais expressivo, mesmo que não fosse tão legível, cursivo, mas que fosse mais como uma representatividade, e acho que o Felipe captou exatamente o que era necessário. Eu diria que este logo, para mim, é perfeito! O Felipe já é um velho conhecido pelos seus trabalhos, então, optamos pelo trabalho dele ao invés do Christopher Spazadell, que também estava trabalhando em um logo para nós.
10) Sendo assim, sabemos bem das dificuldades de manter uma banda do Extremo Underground, bem como atingir uma longevidade expressiva, tanto por motivos já mencionados anteriormente, como por vários outros fatores determinantes para tal. Dito isso, qual tem sido o maior desafio em manter o nome da Inside Hatred vivo em meio às adversidades? O que ainda dá fôlego à Inside Hatred?
Além do financeiro? Acho que seria uma formação digna e compromissada para integrar o nosso culto ao Obscuro. Eu sempre digo que, antes mesmo de um camarada bater no peito e dizer que é Headbanger/Metalhead, ele tem que ser homem e honrar com suas responsabilidades, e eu já me conformei com isto, e se nada nos impedir de trabalhar como trabalhamos em TEHOM, é certo que os ventos soprarão a nosso favor daqui pra frente. E o que me dá fôlego ainda? Acho que seria o fato de eu manter um compromisso honesto comigo mesmo, sem propósitos ambiciosos, apenas o de usar minha música como canal de expressão, da mesma forma e razão que um escritor escreve livros, por exemplo, por tão somente, satisfação pessoal! Eu sempre digo que a INSIDE HATRED é um hobby que eu levo a sério, e muito. Não me importo se ficamos anos sem tocar, por exemplo. Este não é o propósito primordial da INSIDE HATRED, e tocar ao vivo hoje em dia requer muitos desafios, então, dentre todas essas adversidades, acho que o que nos mantém vivos é a vontade de estarmos vivos, a vontade de expor e compartilhar nossas (de)composições com pessoas que realmente se identificam com este tipo de proposta e propósito.
11) E por falar em longevidade, além do EP “Tehom”, o que mais vocês prepararam para celebrar os 20 anos completados pela Inside Hatred nesse ano de 2024? Há algo mais ainda em mente ou já encaminhado para esse ano?
Estávamos em negociação de relançar o Salvation’s Failure juntamente às nossas demos como um material comemorativo, mas, para este ano se tornou impossível, já que o selo que estávamos em contato não nos deu mais um retorno. Passei a cabo esta ideia para o Mikael e o mesmo abraçou a mesma, porém, seria inviável para ele este ano, dito isto, prefiro esperar o tempo que for necessário por ele, que já estamos com uma parceria 666% sólida, do que ter pressa e colocar nosso trabalho em mãos erradas. Então, comemoraremos os nossos 21 anos com este relançamento e o tão aguardado (ao menos por nós) 2° disco. Antes tarde que nunca!

12) Agora sobre apresentações. Há exatamente 1 ano – em 2023 – vocês soltaram um music video para densa “Internal Demons Of An Insane World”, terceira faixa do EP “Cosmic Doom”, e, 1 ano antes disso – em 2022 – um live session para “The Chaos Creeps”, sendo essa a quinta faixa do mesmo EP. Aproveitando o gancho, a respeito de aparições, comente quando e como foi a até então última apresentação ao vivo da Inside Hatred. E, vocês ainda pretendem fazer shows? Algum convite chegou a surgir desde o lançamento de “Cosmic Doom”? Qual a visão de vocês sobre eventos de Metal Extremo no Underground ultimamente?
Nossa última apresentação foi na 5ª edição do DARK CELEBRATION Fest., aqui mesmo em Vitória da Conquista, em 2019. Estávamos organizando um pequeno giro pela Bahia e Sergipe, porém, com a saída do batera, abortamos a missão. Chegamos até ter convites para tocar em alguns eventos posteriormente, mas, foram devidamente recusados por nós. Eu acho que aqui e por todo o Nordeste, eventos Undergrounds são feitos na raça, na cara e coragem, e eu valorizo isso, mas, como produtor de eventos, também sei das dificuldades para fazê-los acontecer, já que o público é muito pequeno, o que acaba por implicar nos custos finais. Se você não tem retorno para custear o evento, não tem como você investir em uma melhor estrutura. Fora isto, existem eventos não voltados ao Submundo, esses nós evitamos, já que, a probabilidade de você estar tocando com bandas não condizentes com o seu propósito, e para um público idem, é 100 de 100%. E pra concluir, eu tenho visto muitos shows acontecendo pelo Brasil nos últimos tempos, e isso é ótimo, mas infelizmente, neste quesito, Vitória da Conquista não foi privilegiada e está totalmente fora de uma rota turnês, por exemplo, e não culpo a todos que possivelmente poderiam fazer isso acontecer dadas as circunstâncias já ditas acima, se não há público, não tem como fazer tal investimento.
13) Rafael, Inside Hatred, vos agradeço muito pela disposição e participação deste humilde portal dedicado ao nosso Underground. Caso haja algo em especial para abordar ou divulgar, disponha livremente do espaço para proferir. Além disso, como fica sendo de praxe das entrevistas do Mira, fica a proposta: caso considere, é claro, indique alguma banda ou artista do Underground brasileiro para ser entrevistado aqui. Conquanto, caso tenha curtido algum material do nosso Underground em específico que você gostaria de ler uma resenha do Mira sobre, por favor, recomende.
Eu que fico imensamente agradecido por esta agradabilíssima entrevista. Por ora, eu gostaria de convidar a todos para darem uma checada em nossa página oficial no Instagram, Facebook e YouTube, INSIDE HATRED Oficial, lá vocês poderão nos contatar para adquirir nosso merchandising, por exemplo, entrevistas ou qualquer que sejam vossos interesses. Quanto a indicações, eu gostaria de citar mais de uma, então lá vai: LAMMASHTA, EMBALMED SOULS, PAPA NECROSE, ROTEMBROTH, CORPUS VERMIS, BASTARD, LUVART, AIN SOF AUR, VULTURINE, FROM THE ABYSS… Algumas destas bandas compartilhamos uma verdadeira parceria de irmandade. E bandas que mereciam ter seu material resenhado no Mira, acho que a BASTARD, PAPA NECROSE e ROTEMBROTH merecem esta atenção, no momento. Por fim, desmembrados a todos que ficaram até o final deste bate papo. Irmão Ian, All Hailz! Muito obrigado pelo suporte de sempre.